Queriam as minhas molezas rebentar as sepulturas
e sair com as certezas no luar das noites puras
mergulhando nas grandezas e nos gestos das ternuras
Queria a minha visão apagar certos retratos
Queria a mesma prisão partilhar sons abstractos
e nos tons dessa canção viajar os mares mais vastos
ser montanha e ser sertão e acampar nos sonhos castos
E nos beijos da loucura nunca conhecer a hora
nos soslaios da candura vislumbrar a doce aurora
embarcar com a lonjura para as terras da demora
e encontrar a noite escura, prontinha, à minha espera.

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