a revolta à espreita em cada esgar
o pano amarrotado numa só cor
Salivo sílabas que não conecto
o olhar espraia-se longe de tudo e mais de si
O iodo submerge e só a areia fica
vai ali mas volta
ele volta sempre
copos de companhia, cigarros de pausa, papéis de resistência, olhos de sede, solidão do fardo
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