Thursday, July 28, 2005
O jardas que eu conheço vestia de negro. Mas não sempre. Havia dias que o pintalgava de branco. E outros até em que lhe apetecia mais festa e deixava a pele cobrir-se-lhe de uma vontade de usar cores...
A beber... era cerveja que bebia. super bock de preferência, imperial ou de garrafa. Os seus amigos, alguns, preferiam a sagres. Mas a sagres tinha mais picos e a super bock era mais doce; isto na opinião do jardas.
Fosse como fosse, as noites e as madrugadas só aconteciam realmente quando bem regadas por esse líquido primoroso que libertava a alma e orquestrava a partilha nas amizades noctívagas.
Noite sem cerveja e, mais que tudo, sem cerveja e amigos, não contava para a história. É que cerveja puxa amigos e amigos puxam a cerveja. É como os cigarros. E como pretexto de partilhar mais uns momentos em comum se pede mais uma rodada ou se paga mais uma cerveja.

0 Comments:
Post a Comment
<< Home